A vida sempre vale ainda que frágil. http://odeniltonsantos.nireblog.com Thu, 18 Mar 2010 21:00:30 +0100 A vida sempre vale ainda que frágil. http://files.nireblog.com/blogs/odeniltonsantos/gravatar.gif http://odeniltonsantos.nireblog.com http://nireblog.com Dinâmica do Espelho http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/26/dinamica-do-espelho http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/26/dinamica-do-espelho

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Fri, 26 Sep 2008 13:14:43 +0100
Filosofia para mulheres: atividade em dupla sobre mulher e política http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/26/filosofia-para-mulheres-atividade-em-dupla-sobre-mulher-e-politica http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/26/filosofia-para-mulheres-atividade-em-dupla-sobre-mulher-e-politica

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Fri, 26 Sep 2008 13:04:57 +0100
Filosofia e Mulher http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/20/filosofia-e-mulher http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/20/filosofia-e-mulher

A equipe Kosmo Produções! reuniu-se nos dias 16 e 23 de Setembro de 2008 em um espaço na Vila Oficina, no bairro Cajuru – Cutiba/PR para realizar um evento exclusivamente direcionado à mulheres. O evento, aliás, consistiu no seguinte: apresentação do nosso projeto de filosofia para mulheres. O mesmo é composto de um filme/documentário de 50 minutos e um Caderno de Atividades, como um modo de exercício prático daquilo de que o filme trata.

Outrossim nossos objetivos, nesse evento que se estenderá a mais alguns outros momentos, é levar as mulheres a refletirem sobre seus problemas e conquistas a partir de algumas perspectivas filosóficas. De maneira bem específica intentamos: falar da mulher e sua ligação com temas práticos de sua vida – feminilidade (como contraponto à masculinidade), existência, política, ética, cuidado de si. E ainda:demonstrar que à mulher pertence sua própria vida, bem como o modo de ela se relacionar como a sociedade, com o próximo e consigo mesmo.

Como nosso filme é bastante longo e aborda temática diferentes sobre a questão feminina optamos por trabalhar um tema a cada encontro. Neste sentido é que nos reunimos pela primeira vez no dia 16 de Setembro, das 9h00 às 12h00. Primeiramente fizemos uma introdução geral explicando o nosso projeto e nossos objetivos. Na seqüência passamos para a exibição do filme, ao qual forma tecidos alguns elogios, bem como algumas críticas no sentido de que poderia ter sido melhor formulado e feito outras abordagens temáticas. Isso, aliás, foi-nos muito proveitoso.

Após esse momento fizemos uma pequena pausa para um cofee brake. Dando assim continuidade ao nosso encontro estudamos junto com as participantes do evento o nosso primeiro tema: a afirmação do SER feminino, onde, ancorados na psicologia/psicanálise e sua relação com a filosofia, tentamos salientar às mulheres algo que lhes é inerente: características e atitudes próprias de sua feminilidade. Para tal baseamo-nos em Sigmund Freud (1856-1939), fundador da Psicanálise, no tocante às diferenças anatômico-sexuais entre homens e mulheres. Esse tema, com efeito, aguçou bastante a curiosidade e o interesse das mesmas. Isso porque, segundo elas, essa questão das diferenciações homem/mulher ou masculino/feminino é algo tão arraigado e tão mal compreendido por ambos sexos, nas sociedades ocidentais que existem, inclusive, muitas mulheres com comportamentos machistas.

No segundo dia – 23 de Setembro – o tema tratado foi: mulher e sociedade. Como essa temática intentamos abraçar a questão da relação da mulher com a sociedade de forma geral, bem como seu comportamento específico em tempos de eleições, momento propício para exercício de cidadania de maneira profunda. Ou seja, que a mulher possa refletir como está sua ação enquanto cidadã de um determinado modelo de governo ao qual ela se submete enquanto integrante da nação ou do país. Para isso nos utilizamos do pensamento de duas importante mulheres da historia ocidental: Olympes de Gouge, de origem francesa, ela teve a audácia feminina de – no contexto da Revolução – elaborar e publicar e Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã; e Rosa de Luxemburgo (1871 – 1919). Esta, polonesa, nascida em 5 de março, envolveu-se desde muito jovem em atividades estudantis, lutando contra o sistema repressivo então vigente nos colégios da Polônia. Militante ativa do movimento socialista, teve que deixar seu país em 1889 para não ser presa; em Zurique fez seus estudos sobre economia, concluindo essa fase de aprendizado com uma tese de doutorado sobre "O Desenvolvimento Industrial na Polônia". Mas é a partir de 1898, com sua transferência para a Alemanha, que Rosa Luxemburgo torna-se personagem destacada entre os socialistas europeus.

Assim, consideramos que esta mulher se encaixa bem no perfil de revolucionária. A partir dessas considerações preliminares pudemos fazer um interessante debate com as nossas interlocutoras ao qual elas tiveram participação ativíssima. Partilharam conosco um pouco de suas experiências pessoais enquanto dona-de-casa e/ou mulheres no mercado de trabalho e suas respectivas atitudes frente à realidade política específica aqui de nosso país.

Ademais nosso trabalho não foi ainda totalmente esgotado por isso é que estamos com a intenção de fazer outras apresentações dos outros temas e, com bastante probabilidade, acrescentaremos novos temas pertinentes, claro, sempre ao tema central e norteador de nosso projeto, a saber, da relação da filosofia com a mulher. Assim, pretendemos realizar mais dois encontros em Setembro, dois em Outubro e mais dois em Novembro.

Enfim, o que nos marcou nos primeiros já realizados foi a total disposição e interesse das participantes de nosso evento pela filosofia, visto que para a grande maioria era algo novo. De maneira geral todas foram condizentes com o que lhes foi apresentado e responderam bem às indagações quanto sua própria situação de mulher tanto no decorrer da historio quanto a situação feminina hoje.

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Sat, 20 Sep 2008 12:47:37 +0100
LUGAR DA MULHER É NO MUNDO E NA SOCIEDADE http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/03/lugar-da-mulher-e-no-mundo-e-na-sociedade http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/03/lugar-da-mulher-e-no-mundo-e-na-sociedade

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Wed, 03 Sep 2008 15:42:56 +0100
DINÂMICADO ESPELHO http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/03/dinamicado-espelho http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/03/dinamicado-espelho

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Wed, 03 Sep 2008 15:38:48 +0100
RESPONDENDO AO QUESTIONAMENTO http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/03/respondendo-ao-questionamento http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/03/respondendo-ao-questionamento

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Wed, 03 Sep 2008 15:36:35 +0100
FILOSOFIA DA MULHER http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/03/filosofia-da-mulher http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/03/filosofia-da-mulher

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Wed, 03 Sep 2008 15:34:31 +0100
DEPOIMENTO FILOSOFIA DA MULHER http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/03/depoimento-filosofia-da-mulher http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/09/03/depoimento-filosofia-da-mulher

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Wed, 03 Sep 2008 15:32:48 +0100
Coméntario: Relação do Imperativo Categórico com o Superego http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/28/comentario-relacao-do-imperativo-categorico-com-o-superego http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/28/comentario-relacao-do-imperativo-categorico-com-o-superego im-c.jpgO imperativo categórico exprime-se numa fórmula geral: Age em conformidade apenas com a máxima que possas querer que se torne uma lei universal. Em outras palavras, o ato moral é aquele que se realiza como acordo entre a vontade e as leis universais que ela dá a si mesma.
O superego será concebido como uma instância responsável, ao mesmo tempo, por diversas funções e é em seu seio que Freud vai tentar integrar as várias dimensões. Vai terminar por atribuir ao superego três funções: a auto-observação, a consciência moral e a “base de apoio” dos ideais.
Tendo por base esses conceitos a mestranda Leyserré defende sua tese com o objetivo de almejar demonstrar, do ponto de vista psicanalítico, a necessidade de uma superestrutura da consciência ou de um ‘superego’ para que o indivíduo possa construir sua intencionalidade dentro dos limites da norma reguladora de conduta, o que seria impossível de se estruturar na psique, de acordo com a proposta de Kant: a impossibilidade dessa construção aponta para a invalidade do
super-ego.gif
imperativo categórico como fundamento do dever do ser do homem interno. Diante do silêncio do próprio argumento kantiano, buscar-se-á identificar o que permite internamente ao indivíduo, a prática da ação ética como se fosse um movimento natural possível que corresponde às suas intenções práticas fundamentais, e não somente ao dever externo. Essa identificação viabiliza-se a partir dos princípios do prazer e da realidade como abordados por Lacan em sua “ética da psicanálise”.

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Mon, 28 Apr 2008 14:35:54 +0100
Comentário: O Belo como Símbolo de Moralidade http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/28/comentario-o-belo-como-sambolo-de-moralidade http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/28/comentario-o-belo-como-sambolo-de-moralidade pilares.gifEm sua apresentação o mestrando Luciano Ezequiel Kominski, na primeira parte do seu trabalho de conclusão sobre O belo como símbolo da moralidade busca compreender os deslocamentos relativos ao uso dos recursos da analogia e do símbolo no desenrolar da filosofia transcendental. Assim ela nos servirá de premissa maior deste trabalho na medida em que, a partir dos resultados obtidos aqui, poderemos compreender como o filósofo podem afirmar que o belo é símbolo do bom.
Na critica da faculdade do juízo Kant vai trabalhar sobre o juízo de gosto, sua preocupação é retirar qualquer referência que seja de ordem física. Com isso ele parte para a solução do seu problema, especifico, ou seja, a beleza como símbolo da moralidade. A segunda seção deverá dar conta do papel da analogia e do símbolo no âmbito dos juízos práticos. Num primeiro momento será abordado o lugar da fundamentação na construção da teoria moral kantiana e, em seguida, o modo como Kant faz uso da analogia. Busca assim entender como se dá a relação de moral com o juízo sublime e teleológico, ou seja, os juízos reflexionastes que o individuo se permite compreender a natureza como sistema ordenado, contudo os símbolos devem ter sentidos para trabalhar na perspectiva do intelecto e da sensibilidade a priore não partindo de uma emoção. E para esclarecer sua defesa ele usa alguns comentadores como: Daniel Omar Peres, Valério Rohden, Pedro da Costa Rego, Gerad Lebrum, Guido de Almeida, François Lyotard, etc.
Na terceira parte do seu trabalho o mestrando já referido acima tem o objetivo de esclarecer o sentido da filosofia transcendental de Kant fazendo uso da lógica, trazendo assim a noção de conhecimento que no caso seria a representação que o individuo que esta relacionado a algum objeto que poder ser denominada de intuição ou conceito no caso da intuição é percebido de maneira singular e o conceito de universalidade. O conceito pode ser construído de três formas: comparação reflexão e abstração. A comparação seria pela indução, a abstração pelo recorte e a reflexão pela analogia.
O conceito pode ser usado no juízo sendo que o juízo é uma representação de conceitos e da mesma forma existem juízos que trabalham com conceitos empíricos e puros.

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Mon, 28 Apr 2008 13:31:12 +0100
Projeto de Filme Filosófico Sobre a Mulher http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/19/projeto-de-filme-filosofico-sobre-a-mulher http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/19/projeto-de-filme-filosofico-sobre-a-mulher mulher-negra.jpg

-TEMA: FILOSOFIA DA MULHER
-PRODUTORA: KOSMO PRODUÇÕES LTDA.
-AUTORES DE REFERÊNCIA:
1. Hannah Arendt – Política
2. Edith Stein – Fenomenologia existencial
3. Sigmund Freud – Ética: valores existenciais
4. Michel Foucault – Cuidado de si
-CAPÍTULOS TEMÁTICOS:
• Mulher e política
• Mulher e existência
• Mulher e ética
• Mulher e cuidado de si
-OBJETIVO GERAL:
 Pensar a mulher, seus problemas e conquistas a partir de algumas perspectivas filosóficas.
-OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Falar da mulher e sua ligação com temas práticos de sua vida: existência, política, ética, cuidado de si;
Demonstrar que à mulher pertence sua própria vida, bem como o modo de ela se relacionar como a sociedade, como o próximo e consigo mesmo.
-CRONOGRAMA:
 Até 21/Abril: pesquisa dos temas e autores-fazer roteiro para as entrevistas...
 Até 28/Abril: entrevistas prontas-músicas coletadas;início das gravações...

-DATA ENTREGA: 31/MAIO/2008
-APRESENTAÇÃO: JUNHO
-SUGESTÕES DE FILMES: SARAFINA, COR PÚRPURA...

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Sat, 19 Apr 2008 13:11:39 +0100
Comentário: O Conceito de Virtude em Kant http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/19/comentario-o-conceito-de-virtude-em-kant http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/19/comentario-o-conceito-de-virtude-em-kant

Kant em suas colocações sobre a virtude determina que o que não é virtude no homem é somente uma ação por vício. Assim a aluna Sonha, mestranda do curso de filosofia da PUCPR, em seu projeto, coloca a noção de homem como sendo o sujeito que determina a ação, como individuo que possuindo a razão é capaz de formar e analisar os princípios da liberdade. O homem traz em si o princípio da determinação, ou seja, sua vontade é guiada pelo seu agir, sendo o imperativo categórico o meio que o impulsiona a agir ou até mesmo de se abster de agir.
A busca da perfeição ajuda na conquista da sabedoria prática, e só um homem virtuoso é capaz de possuir tal sabedoria, pois ele demonstra ser uma pessoa forte, imperecível, etc. Podemos assim dizer que toda ação que não é por dever é sempre uma transgressão a lei moral, pois o homem que não consegui cumprir seu dever com sigo mesmo dificilmente vai conseguir cumprir com o outro, pois a virtude significa uma força moral da vontade, portanto ela é uma força moral do ser humano no cumprimento do seu dever.
A virtude não pode ser definida como uma habilidade para o cumprimento da lei, pois o homem tem dever para consigo mesmo fazendo assim o melhor que puder sempre e com isso alcançar a maior perfeição que lhe for possível, tendo como finalidade contribuir para a felicidade do outro desde que o fim do outro não se contraponha à lei moral.

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Sat, 19 Apr 2008 03:45:42 +0100
Comentário do filme: A vida de David Gale http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/19/comentario-do-filme-a-vida-de-david-gale http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/19/comentario-do-filme-a-vida-de-david-gale

O filme em questão produzido por Alan Parker nos leva há refletir um pouco sobre a noção do dever e do agir moral onde cada ser humano tem por compromisso ético moral contribuir para a felicidade do outro.
O filme “A Vida de David Galé” nos traz uma história fantástica de um professor de filosofia acusado de estupro e assassinato. O seu enredo tem uma extrema preocupação em transparecer uma visão ética e moral. David é um professor de filosofia, acusado de estupro e assassinato de sua amiga Constance, que está no corredor da morte, a quatro dias da sua execução e “concede” uma entrevista exclusiva. A estratégia utilizada pelo protagonista consiste em utilizar-se da imprensa, através de um trabalho minucioso de persuasão sentimental com a jornalista Bitsey Bloom, como forma de explicar seus atos. Mas o filme parece preocupar-se, mas na questão ética moral, pois segundo M. Scheler “as condições transcendentais do agir moral são os três elementos que tornam um ato humano moral ou ético, ou seja, a LIBERDADE, CONSCIENCIA e a NORMA. Esses são os três elementos básicos que possibilitam, ao individuo agir com segurança e com dignidade em suas ações. E aqui no filme em questão é bem visível, pois David em sua postura contra a pena de morte ainda que por esse objetivo tenha que morrer, não tem medo, pois esta seguro da sua vontade fazendo uso, como um bom filósofo da sua liberdade como um ser que agi com moralidade sabendo com isso que sua vontade é livre pois ele é regida por sua consciência. No decorrer da luta pela causa ele é afastado da universidade onde leciona após ser acusado injustamente de estupro por uma aluna que, assim como ele, gosta de desafiar as autoridades. Devido ao fato, ele é constantemente agredido verbalmente e ignorado por seus alunos que ‘temem’ o professor alcoólatra e estuprador. Para completar o caos, vê seu filho de seis anos ser afastado por sua mulher que o abandona. Arrogante e egoísta, o professor aprofunda-se em seu próprio caos a ponto de não perceber que Constance, sua melhor amiga, confidente e companheira de protestos estão à beira da morte, por conta da Leucemia. Mas é a partir da descoberta dessa doença que ambos planejam seu triunfo final. A concepção de que vale a destruição de uma vida em prol de outras tantas, é tão fantástica quanto perigosa. Tudo é muito bem arquitetado pelos dois amigos que contam ainda com a ajuda do “cow-boy”, também ativista, supostamente amante de Constance e do advogado de David.
Bitsey Bloom vai se envolvendo gradativamente com a história narrada por David Gale. No início contesta sua suposta inocência baseando-se nas provas existentes, mas pouco a pouco vai se envolvendo com o cárcere. Tudo é registrado e gravado pela jornalista, exceto alguns fatos, previamente combinados por ambos de serem desligado. A personagem não traz maiores resquícios de deslumbramento e vaidade, havendo uma mostra considerável desse fator em suas falas e atitudes. Ela se mostra espontânea e cautelosa e justo por conta dessas particularidades vai sendo tão bem usada pelo protagonista.
Nos instantes finais, antes de ser executado, Gale traz uma expressão de satisfação e cinismo em sua face, algo imperceptível no início e que desorienta o telespectador, por esse está, assim como a jornalista da trama, tão envolvido com o filme e tão disposto a acreditar na inocência do professor... A maneira como as verdades ficcionais vão sendo reveladas faz deste um filme surpreendente. Mas sua mensagem traz uma carga tão dramática quanto contraditória, quando aborda as relações humanas em seus ápices de bondade e hipocrisia.
O suicídio de constance não inocenta Gale e suas atitudes o condenam como o articulador, o que no filme permanece implícito em seus atos egoístas, em suas frustrações e principalmente no seu último olhar, antes que se desliguem todas as câmeras.

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Sat, 19 Apr 2008 03:40:49 +0100
Kant e a Religão http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/16/kant-e-a-religao http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/16/kant-e-a-religao Odenilton Oliveira, Bruno Cézar, Reginaldo Rios, Fábio Coimbra Antonio Mouzinho

Este vídeo tem como objetivo principal mostrar, a partir da apresentação do aluno Jorge, graduando do curso de filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, um pouco da antropologia moral kantiana. Tendo como fim principal demostrar que sua antropologia pragmática é uma antropologia moral, partindo do ponto da religião e da idéia de Deus do filósofo Kant. Onde o mesmo faz uma abordagem tendo a religião como símbolo da moralidade

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Wed, 16 Apr 2008 21:44:55 +0100
Filosofia e coragem da verdade http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/16/filosofia-e-coragem-da-verdade http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/16/filosofia-e-coragem-da-verdade Odenilton Oliveira, Antonio Mouzinho, Bruno Cézar, Fábio Coimbra, Reginaldo Rios

Este vídeo da kosmos produções que aborda como tema “Filosofia como coragem com a verdade” quer apresentar de forma sucinta algumas considerações sobre a importância da ação que visa à saúde e a paz integral do ser humano em todas as suas dimensões. No entanto, convém ressaltar que isso só é possível dada certa disponibilidade da pessoa a um eventual cuidado dela para consigo mesma, como também para com os outros.
Em se tratando do modo pelo qual se deu as primeiras práticas terapêuticas e medicinais em tempos antigos é de se notar que, a princípio, o exercício dessas funções era de incumbência total dos filósofos. Dentre esses pensadores, podem-se destacar Hipócrates (considerado o pai da medicina), os cínicos com ênfase em Diógenes e Antístenes (iniciadores do cinismo), além dos pitagóricos, que praticavam radicalmente a abstinência de comidas e bebidas, uma prática que lhes servia para medir o temperamento do individuo. Para os pitagóricos, o pensamento era concebido como abstração o que era útil a libertação da alma à medida que constituía uma espécie de terapia.
Cabe ressaltar que a preocupação com o cuidado de si, não se limitou somente aos filósofos dos tempos antigos, mas se estendeu pela história chegando até aos de nossos dias (contemporâneo), como por exemplo, o francês Michel Foucault.
O objetivo do cuidado de si era o alcance daquele estado em que tanto o corpo quanto a alma gozam de plena paz, ao que se convém chamar de ataraxia.

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Wed, 16 Apr 2008 21:40:32 +0100
A psicanálise como experiência ética http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/16/a-psicanalise-como-experiancia-atica http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/16/a-psicanalise-como-experiancia-atica

Caderno de Atividades:
1. Resumo do conteúdo do vídeo

Neste filme é abordada a seguinte temática: “A Psicanálise como Experiência Ética”, trabalhada em uma palestra proferida pelo professor e pesquisador da PUCPR Daniel Omar Perez. Ele, sendo psicanalista e filósofo, está desenvolvendo pesquisas na área da Psicanálise e a possível relação desta com a Filosofia, no intuito de apresentar a Psicanálise não como uma ciência, teoria explicativa ou qualquer coisa do gênero, mas simplesmente como uma experiência estritamente ética.

2. Glossário:

2.1 Freud: Sigmund Freud, médico austríaco, fundador da Psicanálise, nascido em Pribor (antiga República Tcheca) a 06 de maio de 1856 e falecido em Londres no dia 23 de Setembro de 1939.

2.2 Lacan: Jacques-Marie Émile Lacan, psicanalista francês, nasceu em Paris a 13 de abril de 1901, faleceu na mesma cidade em 9 de setembro de 1981. Percebendo que os freudianos haviam desviado-se do sentido das obras do fundador da Psicanálise, propõe então um retorno a Freud. Esses dois autores, Lacan e freud, são utilizados que pelo professor Daniel (de quem trata o vídeo) em suas pesquisas.

2.3 Psicanálise: É a ciência do inconsciente. Ela busca a cura da pessoa através da análise de coisas que ficam retidas no inconsciente, ou seja, no campo que é como que imperceptível a olho nu, externa e conscientemente. No dizer do próprio Freud “é a profissão de pessoas que curam almas, que não necessitam ser médicos e que não devem ser sacerdotes” ().

2.4 Coisa: conceito cunhado por Lacan, é “algo” que a humanidade perdera desde sempre, mas continua a procurá-la, porém, parece que não a encontrará tão cedo a senão com a morte.

2.5 Desejo: é aquilo que fundamenta toda a possibilidade de se pensar a Psicanálise como uma experiência ética. Equivale, portanto, ao desejo do paciente de curar-se. Não é o psicanalista que induzirá o paciente à cura, mas é o próprio paciente que se reconhecerá necessitado da mesma.

2.6 Ética: Segundo o Dicionário Aurélio, ética é o estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja em relação à determinada sociedade, seja de modo absoluto. Aqui, esse termo vai significar a relação possível entre o psicanalista e o paciente, em se tratando da questão da cura do mesmo paciente.

3. Exercícios:
3.1 Descreva a partir do filme acima como se pode como se pode compreender a psicanálise como uma experiência ética.
3.2 Qual o papel do psicanalista em relação ao paciente?
3.3 Na abordagem da psicanálise como experiência ética, qual sentido o termo “ética” ocupa nesse contexto?
3.4 Apresentamos como sugestão para que se compreenda ainda mais o tema tratado no vídeo acima, recomendamos que se veja os filmes produzidos pelos demais grupos, cujos blogs estão em:

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Wed, 16 Apr 2008 20:52:10 +0100
Comentário: Apresentação do aluno Jorge Vanderlei http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/07/comentario-apresentaaao-do-aluno-jorge-vanderlei http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/07/comentario-apresentaaao-do-aluno-jorge-vanderlei

kant.jpgEm sua apresentação o aluno Gorge Vanderlei graduando do terceiro ano de filosofia da PUCPR, teve por objetivo demonstra que a antropologia pragmática kantiana é um antropologia moral e fala também da religião em Kant, para isso ele toma como base a sua principal obra que é a Critica da Razão Pura, e também faz uma comparação de idéias entre dois filósofos o Hanna e o Loparic onde um faz uma critica ao pensamento de do outro. Para falar sobre a lei moral, o ser humano e o dever do homem, ele faz a seguinte indagação: será que é possível ao homem um conhecimento independente da experiência e das impressões do sentido? Com essa pergunta ele procura dar explicações sobre os conceitos citados acima.
É de suma importância saber que a filosofia tem por princípio o ser humano que é o único animal possuidor da razão, ou seja, ele está determinado a agir desta ou daquela maneira, pois possui uma margem de liberdade, podendo agir de acordo com os princípios que impõe a si mesmo. Portanto só podemos, falar em moralidade se considerarmos que o ser humano é um ser livre. É essa liberdade que lhe confere dignidade, pois o homem é autônomo e, portanto, livre. Kant em sua obra faz também uma alusão ao Iluminismo, quando o mesmo faz uma crítica à religião, que foi o que conduziu ao ceticismo e a um estado de incredulidade. Não foi apenas a religião que sofreu este abalo. Também a moral viu ser abalados os seus fundamentos, porque ela baseava-se, em grande parte, na religião.
Perante este cenário, o aluno Jorge pretende mostrar que Kant diz que o fundamento da moral pode efetivamente ser encontrado fora da religião, mas que a religião não é inútil ou desprovida de sentido. Pelo contrário, existe toda uma esfera que escapa às capacidades da razão. Como tal, Kant quis preservar a fé, mas sem negar o exercício da razão, Pois o ser humano é habitante de dois mundos, o da natureza e o da moralidade, ou seja, o do determinismo e o da liberdade. Pois o homem, um ser que possui ações e que pode agir. Além disso, o valor moral da ação não reside nas conseqüências, mas sim na intenção. É desta proposta kantiana que sai o seu objetivo que é demonstrar que a antropologia pragmática kantiana é uma antropologia moral. Centrando-se no dever e na racionalidade.

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Mon, 07 Apr 2008 16:03:56 +0100
Comentário: A Última Tentação de Cristo http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/04/comentario-a-asltima-tentaaao-de-cristo http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/04/comentario-a-asltima-tentaaao-de-cristo

O filme “A Última Tentação de Cristo” contradiz todo o relato bíblico sobre a ressurreição de Jesus, uma vez que termina com a crucificação e ressurreição. Ao subverter o maior dogma cristão, Martin Scorsese privilegia a instância terrena de Jesus, apresentado como pregador radical à margem da sociedade, da ordem instituída e das leis, sejam elas judaicas ou romanas. No extraordinário diálogo com Pilatos, Jesus deixa claro ser Ele a pedra que derrubará o Império Romano: é o Cristo revolucionário de Scorsese, que encarna a mudança capaz de abalar o centro do poder.
Com seu filme ele quer transmitir o poder que o homem possui de transformar o mundo com suas ações através das suas escolhas. Pois o ser humano é dotado de liberdade podendo fazer uso da maneira como julga ser melhor. Sendo assim Scorsese, não descarta a divindade de Jesus: há a redenção e a salvação de toda a Humanidade, que não ocorre através da morte e da ressurreição do Filho de Deus, como em Paulo, e sim por meio da revolta do Filho do Homem às injustiças cometidas contra as camadas fracas, oprimidas e marginalizadas de Seu povo. Ao contrario do filme “A Paixão de Cristo” do Mel Gibson, que traz na integra o relato bíblico sobre a verdadeira vida de Jesus, aqui na terra como salvador do mundo. Este filme é totalmente o oposto que traz um Cristo que sede a vontade do diabo caído nas tentações carnais e com isso desobedecendo à vontade do Pai. Mostra a face de um Cristo que é mais humano que divino.

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Fri, 04 Apr 2008 16:00:51 +0100
Paixão de Cristo http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/04/paixao-de-cristo http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/04/04/paixao-de-cristo

Diferente de todos os filmes já feito pelos cinematográficos, a “Paixão de Cristo” de mel Gibson, traz uma realismo, já mais apresentado por qualquer outro autor. Pois nos mostra uma realidade bem próxima do tempo em que se passa a dura trajetória de Cristo pelo calvário. O filme nos coloca em grande contato com a época, pois nos transmite de uma forma intensa, o sofrimento de Jesus Cristo que afeta todo o nosso psicológico, nos colocando em contato quase que real com o fato em questão.
A cena que, mas sobressai é o impacto de sua prisão no Getsêmane onde é preso como um criminoso, depois a flagelação, a coroação de espinhos, a via-sacra e a morte na cruz. Estes aspectos muito fortes podem nos deixar perder passagens extremamente bonitas e de grande intensidade; personagens como, por exemplo, Nossa Senhora, a Madalena, a Verônica, Cláudia, Pedro, João, o Cirineu. Cada um deles é descrito com grande habilidade. Outros aspectos do filme que chama a atenção do telespectador são as duras armas com que Cristo é torturado, tais armas que rasgam o seu corpo o transfigurando totalmente.
O filme também traz uma visão bem nítida da traição e do arrependimento de Pedro. Dar também uma ênfase sobre a traição de Judas, que se deixa conduzir totalmente pelo seu instinto quando num ato de crueldade com sua própria pessoa se priva do perdão divino. Podemos observar claramente que ele se arrepende do ato de traição para com Jesus, mas infelizmente não age como um ser racional e acaba tirando a própria vida, por não confiar no perdão, achando que seu pecado seria imperdoável. Mel Gibson foi muito feliz em sua visão sobre a via sacra de Cristo, pois trouxe a todo mundo uma grande produção cinematográfica que acima de tudo faz com que a pessoa passe a ter ao menos uma cultura religiosa, ou seja, penetre no mistério da fé cristã.

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Fri, 04 Apr 2008 14:11:02 +0100
Comentário do livro: Os filósofos, os terapeutas e a cura http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/03/15/comentario-do-livro-os-filasofos-os-terapeutas-e-a-cura http://odeniltonsantos.nireblog.com/post/2008/03/15/comentario-do-livro-os-filasofos-os-terapeutas-e-a-cura psicologia-1.jpgO artigo introdutório do livro "Filósofos e terapeutas" vem nos falar sobre a filosofia como um modo de vida, ou seja, uma preocupação pelas questões humanas, pois o seu exercício não é apenas fazer do homem um simples comentador de livros mais sim mostrar uma preocupação com seu modo de ser, dando assim a importância devida a sua existência. Podemos, portanto dizer que a filosofia consiste mais em proporciar as condições da descoberta do próprio caminho do que em indicar qual seria o resultado de cada ação.
Por isso é tarefa da filosofia também se interessar pela saúde do ser humano. Mais vemos com isso que ela busca as suas explicações para as doenças do homem em seu comportamento, pois ela julga que as doenças aparecem quando o homem se afasta da natureza e sua cura consiste em voltar para ela. Mas segundo os cristãos e os judeus a cura para esses males se encontra num encontro com Deus renunciando toda a vida mundana para uma acura eterna. Cura pode significar eliminação de um sintoma ou da causa do sintoma, mas pode ser compreendida como cuidado. Cuidar de ou cuidar-se são também formas da cura.

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Sat, 15 Mar 2008 06:34:37 +0100